Fusión | Maria Dolores

A moda e a arte. A pintura e o design. A tela e a jóia. Dois universos incorporados em uma coleção. Fusión é uma referência ao artista espanhol Joan Miró. Uma releitura ousada feita pela designer brasileira Maria Dolores.

 

Linhas expressivas, formas carregadas de atitude e cores protagonistas influenciaram a designer, que se identificou com o estilo audacioso do pintor. Entre a moda e a arte não existem limites. Descubra como elas se fundem livremente na nova coleção MARIA DOLORES.

Todas as peças desta coleção já estão em nossas lojas e também no e-Shop.

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Fundació Joan Miró

Localizada em Barcelona, no parque Montjuïc, a Fundació Joan Miró foi criada em 1975 pelo próprio Miró e seu amigo Joan Prats. Este é o primeiro museu de arte contemporânea de Barcelona e hoje é um dos principais museus da Espanha.

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O objetivo da dupla ao inaugurar esta fundação, era de ter um centro dedicado ao estudo e experimentação da arte contemporânea. Para começar o acervo, Miró doou suas obras originárias da sua primeira grande exposição dos trabalhos, que aconteceu em Barcelona no ano de 1968. Joan Prats também doou diversas obras de Miró, que possuía. E, posteriormente, outros artistas também ofereceram para a Fundação Miró, obras de suas coleções. 
 

Hoje a fundação tem como seu acervo cerca de trezentas pinturas, mais de cem esculturas, dez obras em tecido e cerca de oito mil desenhos de Joan Miró! Tudo isso dividido em oito ambientes distintos nos quais é possível conhecer e apreciar o estilo do artista, passando por todas as etapas de sua carreira. Além do acervo fixo, ainda tem projeção de filmes e vídeos, espetáculos, conferências e uma extensa biblioteca sobre arte contemporânea.

E no dia 5 de setembro a Maria Dolores estará na Fundació Miró para apresentar a coleção Fusión para imprensa e convidados da Maria Dolores Espanha! 

Na próxima ida à Espanha é parada obrigatória.
Dica: reserve um dia inteiro para ficar lá, vale a pena! 
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Inspiração: Miró

Café da tarde com Miró!

O fio condutor da nova coleção da Maria Dolores é a obra de Joan Miró!
Ah, ficou curiosa? Então nada melhor do que saber mais deste artista surrealista pra atiçar a curiosidade… o que será que a Maria Dolores vai lançar?

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O espanhol Miró, um dos líderes do surrealismo abstrato, instalou-se em Paris em 1920 e enturmou-se com artistas (entre eles, Picasso) e influentes, onde conseguiu colocar algumas telas em coleções particulares – mas sem sucesso algum em vendas.

Passada a euforia de chegar em Paris, Miró começou a observar o meio artístico parisiense com uma visão mais crítica e detalhada.
Grandes historiadores qualificam os anos que Miró passou em Paris, na Rue Blomet, no atelier alugado do escultor espanhol Pablo Gar­galho, como uma fase espetacular da sua carreira.
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E foi em Paris, que durante nove meses, oito horas por dia, Miró pintou “La Granja“,  uma de suas obras mais famosas e repleta de milhares de interpretações. Esta obra foi adquirida por nada mais nada menos que Ernest Hemingway, que comprou-a porque via nela a paisagem e mentalidade catalã. Hemingway usou todas as suas economias para adquirir a obra, e mais tarde, ofereceu a National Gallery of Art de Washington.

Quer saber mais? Então clica aqui e leia a primeira parte da história de Miró.
SAO PAULO / 28/04/2015 / CADERNO 2 / Imagens da Fundação Mas Miró, em Mont-Roig del Camp, na Espanha. Crédito: ©Fundació Mas Miró. FMM_LateralMasoveria+LaMasia. FOTO: David Jiménez Guillemat.

Crédito da imagem: ©Fundació Mas Miró. FMM_LateralMasoveria+LaMasia. FOTO: David Jiménez Guillemat.

O Surreal Miró

Hoje o #tbt – Throwback Thursday é para lembrar a visita da Maria Dolores a Fundação Miró, em Barcelona. 

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Joan Miró foi um pintor, escultor, gravador e ceramista espanhol. O criador de formas, figuras coloridas, imaginárias, começou sua carreira pintando telas no estilo expressionista, com influencias cubistas.

Quando em Paris, em 1921, conheceu Picasso e Tristan Tzaia, e sua pintura evoluiu em direção a uma maior definição de forma, eliminando o forte contraste de luz.

Alguns anos depois, em 1924, a pintura de Miró foi influenciada pelo movimento surrealista de Paris: é dessa época a tela “O Carnaval do Arlequim” (1924-25).

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Na década de 1930, os horizontes artísticos de Joan se ampliaram e o surreal Miró tornou-se mundialmente famoso. Miró, foi um dos artistas surrealistas mais radicais – o fundador do surrealismo, André Breton, disse que ele era “o mais surrealista de todos nós“. Impossível discordar!

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